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Seminário Pró-Hallyu em Sampa

Estava olhando o meu histórico de posts aqui no blog, e são tantos posts mencionando São Paulo ao longo do anos, que praticamente só falta eu ir morar lá! Haha ♥ Mas vamos direto ao assunto…
Como repórter honorária da cultura coreana, eu e meus outros colegas repórteres fomos convidados a participar do Seminário Pró-Hallyu 2015. De cara já fiquei muito contente com o convite, pois, curiosamente, escrevi um artigo para o WCH 2015 (World Congress for Hallyu) que abordava justamente isso – o qual inclusive explicarei melhor mais adiante.

Para os que não tem ideia do que significa Hallyu: também conhecida como “korean wave” ou “onda coreana”, trata-se do sucesso da mesma ao redor do mundo. Dentro disso, estão: k-dramas, k-pop, programas de TV, moda, filmes, culinária, cosméticos, e afins. Ou seja, a popularidade da disseminação de todas essas vertentes juntas, que caracterizam o que entendemos por Hallyu.

O evento foi incrível. Além de palestras ricas em conteúdo sobre a Hallyu e tudo que a propagação dela pode oferecer, houve ainda a apresentação de projetos do concurso Hallyu. Esse concurso cultural foi lançado na metade do ano, exclusivamente para os alunos e ex-alunos do programa Ciência Sem Fronteiras que estudaram na Coreia do Sul. O objetivo era inscrever um projeto para estreitar as relações entre o Brasil e a Coreia, e disseminar a cultura coreana em nosso país. Maravilhoso, não?
Ah! Sem contar o fato de que eu poderia levar um convidado, e levei a Cih comigo! ♥ Fiquei ainda mais feliz pois ela curtiu muito. Inclusive fez um ótimo post sobre o evento! Me encheu de orgulho essa japa.

Imersão na cultura coreana

E a bagagem de conteúdo para esse post é tanta, que eu nem sei ao certo como contar tudo – e de uma forma que não seja tão cansativa. Sendo assim, estejam avisados: a leitura será longa.

Há uns 3 meses atrás, fiquei sabendo pela fanpage da Ari do Study In Korea, que em julho aconteceria o curso de Imersão na Cultura Coreana. Na hora fiquei empolgada com a ideia, pois só o fato de estar em um ambiente em que todas as pessoas presentes tem um ponto em comum com você (como o do interesse pela cultura coreana), já basta para fazer com que eu me sinta em casa, e não um peixe fora d’água. Além disso, não é todo dia que surge a oportunidade de aprender mais sobre esse tema e ainda por cima fazer imersão cultural, visto que, na minha cidade, projetos ou eventos assim infelizmente não existem.

Curiosamente, vi o anúncio do curso um pouco tempo depois que perdi a chance de comprar o meu ingresso para o show do BTS, pois as vendas esgotaram em questão de minutos. Fiquei super chateada com isso, pois é a segunda vez que eles vem ao Brasil e novamente não pude ir. Mas foi como se uma porta se fechasse e outra se abrisse, me dizendo: “Sabe esse dinheiro que você ia gastar com o show? Usa pra fazer esse curso!”. E foi o que eu fiz. Me inscrevi e contei os dias para viajar para São Paulo.

Um olhar sobre os belíssimos editoriais de G-Dragon para a edição de aniversário da VOGUE Korea

Não gosto muito de usar títulos grandes para os meus posts, mas nesse eu precisei ser bem específica, afinal de contas, todos os outros 2687539 títulos que eu testei ficaram vagos demais. Também estou atrasada com esse post e de certa forma em dívida com os leitores que acompanham o meu blog, mas novamente o meu TCC é a prioridade do momento e não posso falhar esse ano. Dentre as inúmeras coisas que eu gosto e aprecio, certamente estão entre elas o design editorial, o k-pop e a moda coreana (ou mais precisamente, k-fashion); e estes são temas que eu quero...

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