Desafio fotográfico literário

março 16
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Se tem uma coisa que eu tenho, essa coisa é cara de pau (tá, nem sempre). E faz MUITO tempo que estou a fim de compartilhar as fotos de um desafio literário super bacana que participei, err… no ano passado (?). Pois é, acabei enrolando ao decidir a melhor forma de organizar o post devido a quantidade de imagens, então no fim das contas simplesmente deixei de levá-lo adiante. #sinceridades Mas aí eu disse pra mim mesma: “Priscila, ou tu posta essas fotos no blog, ou elas ficarão esquecidas no drive eternamente”. Então pronto! Até porque seria uma pena não compartilhá-las por aqui ♥ .

Dia 01 – TBR (to be read), ou: livros que você pretende ler no mês

Fazer valer a pena

janeiro 2
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Estive pensando qual a verdadeira razão de eu renovar esse domínio a cada ano novo para mais uma jornada, mesmo com atualizações não tão frequentes, e mesmo com um valor agora salgado a se pagar por tal serviço – é… preciso trocar de host.

Porém, não demorei muito para constatar o óbvio. A verdadeira razão é que isso aqui me faz muito bem. Mas às vezes fico tão ocupada com outras coisas, que acabo me esquecendo como é bom ter esse refúgio que criei e cuidei com tanto capricho e carinho. E a gente sempre acaba voltando para aquilo que nos faz bem, não é? Ou ao menos deveria ser assim. Não deveríamos nos esquecer nem por um segundo do que nos motiva, nos tranquiliza, nos deixa à vontade, nos desestresssa, nos preenche. E assim como que por coincidência, ontem, ao reassistir Titanic (siiiim, haha) pela milionésima vez e sem pretensão alguma, uma citação do Jack acabou por complementar muito bem essa linha de pensamento na qual eu refletia sobre:

“Eu acho que a vida é um dom e não pretendo desperdiçá-la. Nunca se sabe a mão que se irá receber em seguida. A gente aprende a aceitar a vida como se apresenta. Fazer cada dia valer a pena.”

Na minha estante: O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares

outubro 17
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Sabe aquele livro que você acha que – no mínimo – vai te arrepiar de medo? Bom, O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares não é esse livro. Mas ele também não decepciona o leitor.

Lançado inicialmente pela LeYa em 2012, o livro teve sua segunda edição em 2015, já com a versão da capa original em inglês. Porém, a partir da metade desse ano, os direitos da obra foram transferidos para a Intrínseca, o que gerou mudanças não apenas no acabamento físico do mesmo, mas também no título. Houve a troca da palavra “orfanato” para “lar”, algo que a nova editora alegou combinar mais com o “lugar mágico” apresentado na história.
Para ser sincera – em questão de qualidade do material – adorei o que foi oferecido pela Intrínseca. Um projeto gráfico incrível, acabamento em capa dura com jacket e uma capa monocromática linda, com detalhe externo apenas na lombada. No entanto, tenho minhas dúvidas quanto à mudança no título. A começar que, por ser um livro que é vendido como “sombrio”, a palavra orfanato tem muito mais peso e chama bem mais atenção. Além disso, [na minha opinião] esta também parece encaixar-se melhor com esse ar mais misterioso que é oferecido ao leitor.

HISTÓRIA

O livro conta a história de Jacob Portman, um adolescente de 16 anos que sempre foi fascinado pelas histórias de seu avô. Ou costumava ser. Jacob cresceu ouvindo relatos de aventuras extraordinárias vividas por vovô Portman – e ele sempre as contava como se fossem segredos confiados apenas a ele, o que deixava Jacob ainda mais maravilhado. Mas a medida que Jacob crescia, o mundo apresentado por seu avô parecia mais e mais improvável. Um orfanato com crianças providas de habilidades peculiares, num lugar encantado e protegido por uma ave? Monstros com tentáculos sedentos por sangue? Não devem passar de contos de fadas, mesmo com toda aquela coleção de fotos antigas que Jacob vira tantas e tantas vezes.