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Fazer valer a pena

janeiro 2
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Estive pensando qual a verdadeira razão de eu renovar esse domínio a cada ano novo para mais uma jornada, mesmo com atualizações não tão frequentes, e mesmo com um valor agora salgado a se pagar por tal serviço – é… preciso trocar de host.

Porém, não demorei muito para constatar o óbvio. A verdadeira razão é que isso aqui me faz muito bem. Mas às vezes fico tão ocupada com outras coisas, que acabo me esquecendo como é bom ter esse refúgio que criei e cuidei com tanto capricho e carinho. E a gente sempre acaba voltando para aquilo que nos faz bem, não é? Ou ao menos deveria ser assim. Não deveríamos nos esquecer nem por um segundo do que nos motiva, nos tranquiliza, nos deixa à vontade, nos desestresssa, nos preenche. E assim como que por coincidência, ontem, ao reassistir Titanic (siiiim, haha) pela milionésima vez e sem pretensão alguma, uma citação do Jack acabou por complementar muito bem essa linha de pensamento na qual eu refletia sobre:

“Eu acho que a vida é um dom e não pretendo desperdiçá-la. Nunca se sabe a mão que se irá receber em seguida. A gente aprende a aceitar a vida como se apresenta. Fazer cada dia valer a pena.”

Resumo das últimas semanas

março 15
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Sim, eu dei uma sumida básica, eu sei. Nas quase 3 últimas semanas me senti um tanto quanto ansiosa, e simplesmente não consegui engrenar nenhum post. Logo eu, que estava tão feliz por conseguir fazer posts semanalmente… =( . Mas tudo bem, o importante é que retornei! Às vezes a gente só precisa de alguns momentos de introspecção, pra colocar as ideias no lugar. Contudo, não tenho certeza se dessa vez esse plano deu certo, mas é como dizem: temos que continuar e seguir em frente, então aqui estou. E o que eu fiz durante essa ausência na blogosfera?


Pintei as pontas do meu cabelo de roxo – É bem difícil achar na cidade em que eu moro as marcas de tintas e tonalizantes que gosto e que já estou acostumada a usar. Geralmente desisto e acabo comprando pela internet, mas dessa vez estava com pressa, e não pude me dar ao luxo de escolher, então acabei comprando perto de casa. Como só tinha roxo, foi roxo mesmo! Devo dizer que depois de 4 anos só pintando as pontas de azul, foi meio estranho me acostumar. Gostei, mas não amei. Voltarei pro azul com toda certeza, porque azul é a minha cor ♥ .

Dei um rolê em Curitiba – Fui para a inauguração de uma escola de artes em Curitiba, e também para participar de uma audição que a escola promoveu. A Ni me acompanhou (sempre me dando apoio moral ♥), e foi bem divertido conhecer o local e fazer um passeio – ainda que curto – pela cidade. Na semana seguinte recebi o e-mail avisando que não passei na audição, e esse foi um dos pequenos motivos do meu sumiço. Não fiquei arrasada, fiquei triste, apenas. Me inscrevi para modelo e, embora as inscrições fossem abertas para todas as categorias (dança, canto, artes cênicas e modelo), 95% dos participantes que estavam lá se inscreveram para canto e dança, então acho que deram mais prioridade para ambos.

Os 4 jogos que mais marcaram a minha infância

fevereiro 14
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Acho que comecei 2016 meio nostálgica. Dias atrás encontrei uma revista antiga minha e do meu irmão, com detonados de games. Já havia me deparado com ela outras vezes durante as faxinas do meu quarto, mas sabe como é. Pelo menos uma vez, de tempos em tempos, você para tudo que está fazendo pra dar uma atenção especial ao achado, e relembra as memórias que ele te passa. Quem nunca? Me recuso a sequer pensar que eu seja a única que faz isso, afinal de contas, recordar é viver.

Essa saudade dos jogos da minha infância vem e volta. Tanto é, que uma vez cheguei a baixar um emulador de Super Nintendo pra PC, pra relembrar os meus jogos favoritos. Depois da minha pré-adolescência eu não joguei praticamente mais nada. Acho que é porque não seria a mesma coisa. Quando eu era pequena, passava as tardes com o meu irmão na sala (às vezes minha irmã entrava na onda também), desbravando jogos e tentando zerá-los. E aquele clima era muito bom, sabe? Todos curtindo a mesma coisa, juntos. Eu nunca fui realmente boa em jogos, mas a experiência era muito prazerosa. Hoje em dia o cenário seria diferente, pois eu sou praticamente a única da família que realmente não se desligou desse lado lúdico, da fantasia (e nem quero), então a resposta de um convite seria mais ou menos “não tenho tempo pra isso”, ou “mas isso é muita viagem, bom eram os antigos”, ou ainda “volta pra realidade”. Até quando eu baixei o emulador pra PC, ouvi um “ah, mas assim não é a mesma coisa”. Enfim. Tem coisas que infelizmente não podemos resgatar de volta. Por isso cada momento é precioso.

Mas o fato é que diante desse meu turbilhão de lembranças, acabei listando em ordem cronológica os quatro jogos que mais marcaram a minha infância – e que talvez, algum deles, tenha marcado a infância de vocês também ♥ .

 1 – PREHISTORIK MAN (1996)


Que jogo fantástico. A musiquinha é inesquecível e me traz uma porção de lembranças. Foi o primeiro jogo que o meu irmão adquiriu quando comprou o Super Nintendo, então, foi o primeiro jogo que eu tive acesso na minha vida. Acho que por isso é tão especial. Não só o gráfico (maravilhoso, por sinal), mas todo o jogo em si é muito divertido. As fases, porém, não são nada fáceis. O legal é que o jogo nunca fica monótono, porque os desafios são constantes. Lembro que tínhamos que coletar itens surpresa, que seriam úteis apenas nas fases seguintes, por exemplo. Eu, meu irmão, e minha irmã, passamos algumas noites revezando pra passar as fases, até conseguir zerá-lo (o que demorou muito tempo). Amo, amo esse jogo ♥ .