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Não seja um porque: a relevância de 13 Reasons Why

abril 8
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Antes de tudo: esse post está recheado de spoilers, então sugiro que você assista a série primeiro e depois o leia. Ou você pode ignorar esse aviso e ir em frente, afinal de contas, esse post é válido para qualquer um disposto a compreender melhor as particularidades de cada um, ou seja: por que certas pessoas agem como agem?
Mas por que “recheado de spoilers”? Porque conforme eu assistia e me identificava com experiências e características dos personagens, senti que eu deveria 1: expôr em detalhes o que a série refletiu pra mim; e 2: reforçar os sinais para aqueles que talvez não tenham absorvido o potencial da abordagem feita pela mesma. Então não trata-se de uma crítica – até porque já tem várias por aí, basta jogar no google – mas sim uma looonga análise, das diferentes questões apresentadas ao espectador.

“Pegue um lanche. Acomode-se. Porque eu estou prestes a contar pra você a história da minha vida.”

Hannah Baker é uma garota linda. E veja bem, poderiam ter escolhido uma atriz comum, que não tivesse olhos azuis ou um rosto tão marcante. Mas talvez – talvez – não causaria o mesmo impacto. Pelo infeliz fato de que muitos de nós costumam ter a ideia errada de que certas coisas não acontecem com certas pessoas. “Uau, ela é tão bonita, com certeza tem tudo sob controle”, “Ela deve ter a vida perfeita” – e se enganam com a seleção de momentos maravilhosos publicados nas redes sociais, colocando uns e outros em pedestais imaculados. Mas a verdade é que ninguém está livre de problemas ou de sofrer danos psicológicos e traumáticos causados pelos mesmos. Não… O que acontece é que alguns de nós se esforçam para escondê-los muito bem.

Série: Dead Like Me

julho 29
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E qual foi a minha surpresa ao checar a quantas anda o formulário de pesquisa do blog, e me deparar com o tópico de indicação de séries e filmes com a maior porcentagem? ♡ Por isso, hoje tem resenha de uma série que eu curti muito e devorei rapidinho: Dead Like Me! (rapidinho mesmo, nem deu tempo de aproveitar com calma e surtar devidamente nas redes sociais…)

Talvez você associe a imagem de capa com a franquia de Todo Mundo em Pânico, mas garanto que não é nada do gênero. Dead Like Me é engraçada sim, mas não exclusivamente humorística. Tem um tom irônico, e faz uso de humor negro, porém eu diria que tem uma pegada mais madura e dramática. A abertura engana nesse sentido, faz parecer com que tudo seja uma brincadeira, e é bem mais “genérica” – pois não utiliza fatos da série, tampouco seus atores (com exceção do final). Mas eu acho maravilhosa, haha. A melodia por si só já me deixa nostálgica e com vontade de rever todos os episódios.

Resumo das últimas semanas

março 15
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Sim, eu dei uma sumida básica, eu sei. Nas quase 3 últimas semanas me senti um tanto quanto ansiosa, e simplesmente não consegui engrenar nenhum post. Logo eu, que estava tão feliz por conseguir fazer posts semanalmente… =( . Mas tudo bem, o importante é que retornei! Às vezes a gente só precisa de alguns momentos de introspecção, pra colocar as ideias no lugar. Contudo, não tenho certeza se dessa vez esse plano deu certo, mas é como dizem: temos que continuar e seguir em frente, então aqui estou. E o que eu fiz durante essa ausência na blogosfera?


Pintei as pontas do meu cabelo de roxo – É bem difícil achar na cidade em que eu moro as marcas de tintas e tonalizantes que gosto e que já estou acostumada a usar. Geralmente desisto e acabo comprando pela internet, mas dessa vez estava com pressa, e não pude me dar ao luxo de escolher, então acabei comprando perto de casa. Como só tinha roxo, foi roxo mesmo! Devo dizer que depois de 4 anos só pintando as pontas de azul, foi meio estranho me acostumar. Gostei, mas não amei. Voltarei pro azul com toda certeza, porque azul é a minha cor ♥ .

Dei um rolê em Curitiba – Fui para a inauguração de uma escola de artes em Curitiba, e também para participar de uma audição que a escola promoveu. A Ni me acompanhou (sempre me dando apoio moral ♥), e foi bem divertido conhecer o local e fazer um passeio – ainda que curto – pela cidade. Na semana seguinte recebi o e-mail avisando que não passei na audição, e esse foi um dos pequenos motivos do meu sumiço. Não fiquei arrasada, fiquei triste, apenas. Me inscrevi para modelo e, embora as inscrições fossem abertas para todas as categorias (dança, canto, artes cênicas e modelo), 95% dos participantes que estavam lá se inscreveram para canto e dança, então acho que deram mais prioridade para ambos.