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O que eu aprendi com os meus 25 anos

Já li vários posts sobre a crise dos 20 anos, dos 25 – e com certeza deve haver inúmeros outros para as demais faixas etárias seguindo esse mesmo tema. Me identifiquei com bastante coisa, já outras, digamos que nem tanto. Então me lembrei que cada um de nós tem a sua história de vida. Suas particularidades, seus porquês, seus poréns. E seguindo essa linha de pensamento decidi compartilhar o que aprendi nesses loucos e conturbados – mas nem por isso, ruins – 25 anos da minha vida.

i. Aprendi que não se deve subestimar uma criança que lê. Num belo dia, com 6 anos de idade, eu, que estava no início do que antigamente chamavam de “prézinho” (que sucede o jardim de infância), levantei da minha cadeirinha e disse para a minha professora que queria ser passada para a primeira série. Ela então chamou minha mãe na escola, e pediu que a supervisora fizesse um teste comigo, que consistia em soletrar o alfabeto e ler algo. Para a surpresa dela (e não tanto da minha mãe), eu passei no teste e no dia seguinte estava com um sorriso radiante, na classe da 1ª série.

ii. Aprendi que tudo bem mudar de opinião, desde que seja uma mudança positiva. Tempos atrás, achei um caderno meu de Ciências, da 5ª série, e a pergunta de um exercício me chamou a atenção: “Você acha possível a formação de família entre pessoas do mesmo sexo?” e minha resposta: “Não, só homem e mulher”. Sim, naquela época já havia perguntas desse tipo, e nas escolas (!). Mas eu tinha 10 anos e não sabia nada da vida ou do ser humano como pessoa. Só sabia o que eu tinha que estudar pra tirar uma nota alta na prova. Ah, se fosse hoje… escreveria que família é a gente que faz, a gente que escolhe. Ponto.

Seminário Pró-Hallyu em Sampa

Estava olhando o meu histórico de posts aqui no blog, e são tantos posts mencionando São Paulo ao longo do anos, que praticamente só falta eu ir morar lá! Haha ♥ Mas vamos direto ao assunto…
Como repórter honorária da cultura coreana, eu e meus outros colegas repórteres fomos convidados a participar do Seminário Pró-Hallyu 2015. De cara já fiquei muito contente com o convite, pois, curiosamente, escrevi um artigo para o WCH 2015 (World Congress for Hallyu) que abordava justamente isso – o qual inclusive explicarei melhor mais adiante.

Para os que não tem ideia do que significa Hallyu: também conhecida como “korean wave” ou “onda coreana”, trata-se do sucesso da mesma ao redor do mundo. Dentro disso, estão: k-dramas, k-pop, programas de TV, moda, filmes, culinária, cosméticos, e afins. Ou seja, a popularidade da disseminação de todas essas vertentes juntas, que caracterizam o que entendemos por Hallyu.

O evento foi incrível. Além de palestras ricas em conteúdo sobre a Hallyu e tudo que a propagação dela pode oferecer, houve ainda a apresentação de projetos do concurso Hallyu. Esse concurso cultural foi lançado na metade do ano, exclusivamente para os alunos e ex-alunos do programa Ciência Sem Fronteiras que estudaram na Coreia do Sul. O objetivo era inscrever um projeto para estreitar as relações entre o Brasil e a Coreia, e disseminar a cultura coreana em nosso país. Maravilhoso, não?
Ah! Sem contar o fato de que eu poderia levar um convidado, e levei a Cih comigo! ♥ Fiquei ainda mais feliz pois ela curtiu muito. Inclusive fez um ótimo post sobre o evento! Me encheu de orgulho essa japa.

BB Creams coreanos que eu recomendo e onde comprar

Hoje indicarei para vocês, BB Creams coreanos que eu já usei, aprovei e recomendo. Não sabe o que é um BB Cream e muito menos quais são os seus benefícios? Então aqui vai uma rápida explicação:

BB Cream é um cosmético facial que possui as funcionalidades de vários produtos em um só, como: primer, base, hidratante, protetor solar; além de equilibrar o tom de pele, clarear, e esconder manchas. Aparentemente foi introduzido na Coreia por volta de 1985, enquanto as companhias ocidentais começaram a vendê-lo apenas em 2012. Inclusive, alguns BB Creams de marcas ocidentais são bastante criticados por não terem os mesmos benefícios de cuidado com a pele que originalmente deveriam ter. Um ponto importante: os BB Creams asiáticos não possuem várias cores para diferentes tons de pele, a maioria tem tons neutros ou acinzentados, para que ao ser usado equilibre com o tom de pele natural da pessoa.

Good Afternoon – SKINFOOD: Coloquei esse por primeiro, pois é o meu favorito. Apesar de até então ser a última marca que testei, foi o que melhor se adequou ao meu tipo de pele, que é (infelizmente) extremamente oleosa. Essa linha da SKINFOOD, chamada “Good Afternoon”, tem BB Creams para todos os tipos dele. Esse que comprei é o de chá de maçã com canela. Gostei dele porque absorve muito bem na pele, tem uma cobertura ótima e dá uma aparência super natural, se comparado com outros. O meu já acabou =( mas quero comprar outro assim que possível (preciso!).

BB Baby Face Cream – MISTINE: Esse é o meu segundo favorito, que eu comprei só pra testar e nunca mais achei D: . Como adquiri ele num evento, na época não consegui tantas informações quanto gostaria sobre o produto. Mas ele promete deixar a textura da pele como a de um bebê, pois tem partículas ultrafinas que imitam as células de um bebê. Se é verdade? Não sei, mas ele tem uma cobertura muito boa mesmo, porém não absorve tão bem quanto o BB Cream da SKINFOOD.

8 combinações de look com a mesma peça – Saia de spikes

Post com look, Priih? SIM!! ♥ Confesso que acho legal a ideia de às vezes postar sobre o meu estilo ou como me visto, até porque o último post que abordei isso tem um número de visualizações motivadoras, digamos assim. Mas vejam bem: eu não tenho câmera profissional, sou alta pra tirar fotos de corpo inteiro sozinha, e ninguém aqui de casa consegue tirar fotos não tremidas. E querendo ou não, isso sempre acaba sendo um empecilho pra mim, pois celular não faz milagres se você não der uma forcinha, né amigos? Então, vai ter post com look acima do joelho SIM e quem reclamar por não mostrar da cabeça aos pés, bom, só lamento ¯\_(ツ)_/¯.

De todas as peças do meu guarda-roupa (e olha que nem são muitas, hein), a que eu mais uso, definitivamente é a minha saia de spikes. Comprei no AliExpress, na época em que o dólar era bem mais barato e nossas vidas consequentemente mais felizes. Já fiz inúmeras combinações de looks com ela, e resolvi mostrar algumas. Só não tirei mais fotos porque posar na frente do celular com o temporizador ligado enquanto se espera a câmera focar é, no mínimo, cansativo. Depois fiquei em dúvida se dividia duas fotos por linha no post, mas assim não daria pra ver tantos detalhes e meu esforço teria sido em vão. Então apreciem o meu esforço em tamanho gigante mesmo, RISOS.

01 – Com camiseta larga e com estampa; estilo fangirl do G-DRAGON:


Camiseta: Oh! HardPop / Colar: feirinha

Imersão na cultura coreana

E a bagagem de conteúdo para esse post é tanta, que eu nem sei ao certo como contar tudo – e de uma forma que não seja tão cansativa. Sendo assim, estejam avisados: a leitura será longa.

Há uns 3 meses atrás, fiquei sabendo pela fanpage da Ari do Study In Korea, que em julho aconteceria o curso de Imersão na Cultura Coreana. Na hora fiquei empolgada com a ideia, pois só o fato de estar em um ambiente em que todas as pessoas presentes tem um ponto em comum com você (como o do interesse pela cultura coreana), já basta para fazer com que eu me sinta em casa, e não um peixe fora d’água. Além disso, não é todo dia que surge a oportunidade de aprender mais sobre esse tema e ainda por cima fazer imersão cultural, visto que, na minha cidade, projetos ou eventos assim infelizmente não existem.

Curiosamente, vi o anúncio do curso um pouco tempo depois que perdi a chance de comprar o meu ingresso para o show do BTS, pois as vendas esgotaram em questão de minutos. Fiquei super chateada com isso, pois é a segunda vez que eles vem ao Brasil e novamente não pude ir. Mas foi como se uma porta se fechasse e outra se abrisse, me dizendo: “Sabe esse dinheiro que você ia gastar com o show? Usa pra fazer esse curso!”. E foi o que eu fiz. Me inscrevi e contei os dias para viajar para São Paulo.

Quem escreve
authorPri, 34. Tento romantizar a minha vida encontrando beleza e significado em tudo que vejo, sinto, vivo e escrevo. Publico minhas reflexões desde 2008 – o que rende a mim mesma um bom entretenimento, pois me surpreendo ao notar o quanto mudei desde então –, mas escrevo desde pequena. Já é um fato consumado que tanto a escrita quanto a leitura sempre foram – e ainda são – a minha melhor companhia.
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